Trailer #1 de Percy Jackson & The Olimpians: The Lightning Thief
0 comentários Postado por Lucas às 13:57Seção: Trailers
Percy Jackson encara um conflito entre filmes sobre mitologia grega: Quem vai prevalecer?
0 comentários Postado por Lucas às 13:56Chris Columbus está dirigindo uma adaptação para filme do primeiro romance da série Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan, O Ladrão de Raios, uma tomada do século 21 sobre mitologia grega. Mas Columbus disse que ele não está preocupado que a Warner Brothers esteja fazendo o seu próprio filme inspirado na Grécia, um remake de Fúria de Titãs. “Não, porque somos os primeiros,” Columbus disse em uma entrevista exclusiva no sábado, em Santa Mônica, Califórnia, onde ele estava promovendo I Love You, Beth Cooper. Titãs, estrelando Sam Worthington, chega aos cinemas em março de 2010, mas o 20th Century Fox fixou uma data de lançamento em fevereiro de 2010 para o filme de Columbus. Foi essa uma decisão calculada? “Oh, sim,” disse Columbus. No filme de Columbus, Percy Jackson (Logan Lerman) é um estudante de um internato mandado para o Acampamento Meio-Sangue, um acampamento de verão para semi-deuses. Lá ele tem aventuras com deuses e criaturas da mitologia grega nos dias atuais. Isso não é uma paródia, lembre-se: Columbus leva seus deuses muito a sério. “O filme de Percy Jackson é um filme muito sério,” Columbus disse. “É cômico, mas é cômico apenas numa maneira que um filme do Indiana Jones pode ser cômico. Então eu acho que em termos de compará-lo com alguma coisa comoFúria de Titãs, ele é mais como um filme Indiana Jones-encontra-a-mitologia-Grega, ao oposto de uma pura obra de época sobre um mito grego como Fúria de Titãs.” Columbus tomou algumas liberdades com o material original: Talvez nem todas as sequências do livro estejam no filme, mas talvez ele veio com algumas idéias melhores. “Apenas algumas das criaturas foram mudadas,” Columbus disse. “Nós temos uma espécie de sequência impressionante de uma hidra que substitui uma sequência que acontecia no Arco de St. Louis. Nossa versão de Hades é um pouco diferente. Tem outras mudanças aqui e ali. O Acampamento Meio-Sangue é muito mais perigoso, muito mais sério do que era no livro. Columbus também escolheu Uma Thurman para interpretar a Medusa. No set, Uma Thurman vestiu uma touca azul pintada com pontos, para os artistas de computação gráfica adicionarem seu cabelo de serpentes na pós-produção. Do contrário, essa medusa é tão gata quanto Uma Thurman. “Bem, a Medusa tem quer ser extremamente sedutora para fazer as pessoas abrirem seus olhos e olharem nos olhos dela,” Columbus disse. “Então ela é uma combinação de uma das criaturas mais apavorantes que eu já vi nas telas, mesmo com uma voz muito sedutora.” A Fox planeja lançar Percy Jackson e os Olimpianos nos cinemas em 12 de fevereiro de 2010. Fonte: SCI FI Wire (Texto), Amanda (Tradução).
Seção: Matérias
Rick Riordan conta como fez adolescentes se interessarem pelo mundo da mitologia
0 comentários Postado por Lucas às 13:42O escritor americano Rick Riordan diz que não gostava de ler quando era criança. Hoje se esforça para escrever livros que os jovens leitores não consigam mais largar. Com a série infantojuvenil Percy Jackson e os Olimpianos, lançada no Brasil pela editora Intrínseca, Riordan se tornou best-seller mundial. O mais curioso é que o autor usa como pano de fundo para os cinco livros da saga o que há de mais tradicional da literatura: a mitologia grega. Percy é um garoto contemporâneo de 12 anos que vai mal na escola, tem poucos amigos e é diagnosticado com déficit de atenção. No primeiro livro, O ladrão de raios, ele descobre que é um semideus, filho de Poseidon, o deus dos mares, com uma mortal. E vive um monte de aventuras malucas para se proteger de monstros e de deuses enfurecidos. Tanto o primeiro quanto o segundo livro, O mar de monstros, lançado no Brasil em abril, costumam figurar na lista dos infantojuvenis mais vendidos do país. Segundo Rick Riordan, que também escreve romances para adultos, a série de Percy Jackson é um chamariz para a leitura de literatura clássica. “Tenho a chance de transformar as crianças em leitores para a vida toda”, diz Riordan em entrevista a ÉPOCA: ÉPOCA – O senhor era professor. A experiência em sala de aula o ajudou de alguma maneira a escrever a saga de Percy Jackson? Rick Riordan – Com certeza. Quando escrevi O ladrão de raios, imaginei-me lendo-o em voz alta para meus alunos. Eu queria criar um romance que retivesse a atenção da classe inteira, não apenas dos alunos que já amassem ler. Eu fui um leitor relutante quando criança. Como professor e escritor, faço um esforço consciente para atingir aquelas crianças que, como eu, talvez não sejam grandes leitoras. Tento usar o que sei sobre os interesses das crianças – o que elas acham engraçado, interessante – para fazer o romance andar. Ensinar em escola foi um ótimo treinamento para me tornar um autor de livros infantis. ÉPOCA – Por que criar um herói com dislexia e déficit de atenção? Riordan – Quando meu filho mais velho tinha nove anos, foi diagnosticado com esses problemas. Ler era muito difícil para ele. A única matéria de que ele gostava na escola era mitologia grega. Comecei a contar-lhes histórias em casa, e foi daí que Percy Jackson nasceu. Fiz Percy disléxico e com déficit de atenção para meu filho se identificar com ele. Essas diferenças de aprendizado seriam uma indicação de que você pode ser um semideus. Meu filho não teve problemas para acreditar nisso! ÉPOCA – Como teve a idéia de misturar mitologia grega com a vida dos adolescentes contemporâneos? Riordan – Quando você lida com história ou literatura, o truque é sempre torná-las relevantes para um público moderno. Um jovem leitor sempre vai pensar: “por que eu deveria me importar com histórias que aconteceram há milhares de anos?” O problema se resolve quando a história acontece hoje. A premissa da série também é que a mitologia greco-romana influenciou profundamente a sociedade moderna. Os mitos ainda estão por todo lugar – na literatura, na TV, nos filmes, na arte, na arquitetura. Uma vez que você conhece mitologia, você a reconhece aonde quer que vá. ÉPOCA – Percy não é muito ligado em tecnologia, que é tão presente na vida dos adolescentes. Por quê? Riordan – Hoje é tão fácil ficar conectado. Mas eu precisava de Percy sozinho, então decidi que os semideuses não podem usar celulares. A tecnologia é como um sinalizador que alerta todos os monstros sobre a presença de um herói. Se um herói pode simplesmente mandar um SMS para seus amigos quando precisa de ajuda, isso tira todo o drama da história! Além disso, posso fazer os jovens leitores pensar: “Nossa, o que eu faria sem meu celular?” ÉPOCA – Percy, que é também o narrador, é um menino sarcástico e irônico. Por que o quis assim? Riordan – Talvez isso venha de mim. Possivelmente esse é o estado natural de um garoto de escola, entre 11 e 14 anos de idade. Essa é a faixa etária que eu conheço melhor, e se você não desenvolve um bom senso de humor e algumas tiradas, você nunca enfrenta bem esse período. ÉPOCA – O senhor já sabia muito de mitologia. Mas teve de estudar outros assuntos para escrever os livros sobre Percy Jackson? Riordan – Faço muita pesquisa, mas boa parte não é intencional. Por exemplo, cada cenário da série é um lugar em que eu e minha família já estivemos. Sempre conto as histórias aos meus filhos antes, e quis usar os lugares com os quais eles têm uma ligação pessoal – Nova York, Los Angeles, Denver, Las Vegas, Saint Louis. Para O mar de monstros (livro dois) Percy faz um cruzeiro pelo Caribe. Isso é algo que eu nunca havia feito, então minha família teve de viajar num cruzeiro para “pesquisa”. Ser escritor é dureza! ÉPOCA – O senhor acha que a série Percy Jackson pode aumentar o interesse das crianças pela literatura clássica? Já ouviu falar de algum fã seu que decidiu ler Odisseia, de Homero, ou Eneida, de Virgílio? Riordan – Escuto isso o tempo todo de professores e de bibliotecários. Professores usam o Percy Jackson com frequência como aquecimento para seus módulos sobre Homero ou sobre mitologia grega. Bibliotecários contam que suas seções de mitologia juntavam poeira até que Percy Jackson apareceu, e agora não conseguem manter os livros nas prateleiras. Acho isso maravilhoso. ÉPOCA – Quais as diferenças entre escrever para crianças e para adultos, na sua opinião? Riordan – Escrever para crianças é mais complicado, pois é um público mais difícil. Elas não vão ficar com você se sair dos trilhos. Você tem que manter a história em movimento e dar-lhes uma razão para se importar com ela. No entanto, escrever para crianças é muito mais divertido, porque elas ficam bastante entusiasmadas com os livros de que gostam. Também é algo gratificante, pois tenho a chance de transformar as crianças em leitores para a vida toda. ÉPOCA – O senhor está envolvido na produção do filme O ladrão de raios? O que espera dele? E como é ver algo que escreveu adaptado para o cinema? Riordan – Não, não estou envolvido. Provavelmente é melhor assim, porque não tenho a menor ideia sobre como se faz um filme e tenho certeza de que bagunçaria tudo. É algo ao mesmo tempo empolgante e que me deixa ansioso. John Le Carré uma vez disse que ver alguém transformar um livro seu num filme é como assistir a alguém transformar seus bois num caldo de carne. É verdade. Na minha opinião, o livro é sempre melhor que a versão para o cinema. Mas é claro, todo mundo está tão empolgado com o filme. Eu apenas espero que façam direito. Fonte: Revista Época
Seção: Entrevistas
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Seção: Downloads
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Quando Percy Jackson recebe uma ligação urgente e aflita de seu amigo Grover, ele imediatamente se prepara para a batalha. Ele sabe que vai precisar de todos os seus poderosos aliados semideuses ao seu lado, sua confiável espada de bronze Contracorrente, e… uma carona de sua mãe. Os semideuses correm para o resgate para descobrir que Grover fez uma importante descoberta: dois poderosos meio-sangues cujo parentesco é desconhecido. Mas não é só isso que os espera. O lorde titã Cronos criou sua mais traiçoeira estratégia até agora, e os jovens heróis caíram como presas. Eles não são os únicos em perigo. Um antigo monstro ressurgiu – um que os rumores falam ser tão poderoso que poderia destruir o Olimpo – e Artemis, a única deusa que parece saber como rastreá-lo, está desaparecida. Agora Percy e seus amigos,juntamente com os Caçadores de Artemis, tem apenas uma semana para achar a deusa sequestrada e desvendar o mistério sobre o monstro que ela estava caçando Pelo caminho eles devem encarar o seu mais perigoso desafio: a congelante profecia da maldição do titã.
Seção: Livros

E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
- Título original: The Lighting Thief
- Tradutor: Ricardo Gouveia
- Editora: Intrínseca
- Ano de Publicação: 2008 (Brasil)
- Nº de Páginas: 387
- Livro Notável de 2005 do The New York Times
- Best-seller Juvenil da Publishers Weekly
- Melhor Livro do Ano da School Library Journal
- Melhor Livro do Ano da revista Child
- Livro Notável da American Library Association
- Melhor Livro Juvenil da American Library Association
“Uma fábula de heroísmo no compasso de uma missão desenfreada, questionando a realidade de nosso mundo, a família, a amizade e a lealdade."
“Uma aventura moderna que levará os leitores a ansiar pela próxima ação do protagonista."
“Repleto de bem-humoradas alusões à mitologia grega junto com seqüências de tirar o fôlego, este livro é realmente brilhante."
Seção: Livros
O evento que celebra a versão da saga de Percy Jackson & os Olimpianos no Brasil, com palestras, debates, quizes e brindes exclusivos, está em mais um estado, Minas Gerais.
19/07, domingo, 13h
Praça da Liberdade, Funcionários, Belo Horizonte, MG
Segue o cartaz abaixo:
Seção: Eventos
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